A formatura dos 74 jovens que participaram do projeto “Sampa Cine Tec: Audiovisual, Cinema e Tecnologia” aconteceu na noite desta quarta-feira (29), em São Paulo. A iniciativa garantiu formação profissional no ramo audiovisual para estudantes da periferia de São Paulo. A cerimônia aconteceu no Auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo. O projeto já tem 27 jovens empregados em trabalhos formais ou como freelancers.

Além da secretaria de Trabalho e Empreendedorismo, Aline Cardoso, estiveram presentes à formatura a diretora da Adesampa, Thaís Leal Piffer; o presidente da SPcine, Mauricio Andrade Ramos; o diretor-geral da Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura, Sergio Luiz de Moraes Pinto; a diretora da Flacso Brasil, Salete Valesan Camba; e representantes do Instituto Criar e do Instituto de Cinema. A cerimônia foi presidida pelo vereador Eliseu Gabriel e contou com dezenas de jovens formados pelo Sampa Cine Tec, que receberam diplomas e apresentaram um vídeo feito durante o programa.

A Secretaria do Trabalho e Empreendedorismo atuou como articuladora e construtora de uma estrutura. “Com a presença dos diversos parceiros, foi criado todo um conteúdo para um projeto muito bem-sucedido“, contou Aline Cardoso. O Sampa Cine Tec foi viabilizado em conjunto com Fundação Paulistana de Educação, Tecnologia e Cultura, Empresa Pública de Cinema e Audiovisual de São Paulo (Spcine), Agência São Paulo de Desenvolvimento (Adesampa) e Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais).

Os participantes passaram por experiências profissionais em empresas de audiovisual e receberam do projeto toda a capacitação  teórica  e técnica para atuar no setor. “Foi um mérito capacitar os jovens no ramo audiovisual e também ajudá-los a desenvolver oportunidades para o futuro dentro de suas áreas e profissões”, destacou Aline Cardoso, ressaltando o aspecto empreendedor da iniciativa.

Entre outubro de 2016 e março de 2017, o projeto atendeu jovens com idade entre 18 e 29 anos e oriundos da periferia da capital paulista. Todos se encaixavam no perfil do Programa Bolsa Trabalho, ou seja, possuíam renda per capita de até meio salário mínimo na família, e receberam ajuda de custo mensal de R$ 1.012,00.